Nah-boa
sexta-feira, junho 11, 2010
quarta-feira, junho 09, 2010
Emoções!
Foi difícil me desvencilhar de tantas coisas que me prendiam a um passado tão pouco seguro. Sim porque agente se apega, se agarra, se amarra. Agente quer a todo custo uma vida que tantas vezes já nem é mais nossa. E não era. Agente vai se arrastando, tentando, querendo, sonhando, imaginando e... Sofrendo. Você olha em volta e percebe que aquela vidinha medíocre, aquele modelinho ditado pelas pessoas, não te satisfaz mais, que mascaras caem com o tempo, que as pessoas são o que são e não o que elas dizem ser, que prometem coisas que não vão cumprir jamais, e então você sofre também com isso, porque acostumou. E o pior das falhas é acostumar com “ser meio feliz”. Por um longo tempo eu me acomodei, mas é como um vulcão, que uma hora sem ter mais pra onde ir, explode e nessa explosão, no auge disso tudo os sentimentos embaralham, ficam confusos e novamente vêm as perguntas que não exprimem qualquer chance de uma resposta coerente e satisfatória.
Andei por ai...meio na contra-mão até, mas eu quis achar a direção e isso fez uma grande diferença. Nos “atropelos”, agente aprende a ser mais forte ou pelo menos a nos olhar com maior freqüência.
Então...Te conhecer...nem fazia parte dos meus planos...alias, te conhecia de ver, não de sentir, de olhar, não de tocar os lábios. Eu tentei, lutei e não queria ver que na verdade poderia ser você que ia me permitir essa sensação de importância demasiada outra vez...
...Foi tão “bonitinho” que eu fiquei na duvida se era realmente real. É!
Existem momentos, (como agora) que nos levam a certeza de que sempre existe uma segunda, terceira, quarta... chance. Demasiadamente feliz por tudo.
...falar de sentimentos é algo tão complexo que não sei se saberia expor aqui da forma como ele realmente tem sido. Como expor algo que proporcionalmente não existe medida. E nem precisa. Não quero planos, programações, minuto seguinte, vivo apenas a certeza do momento. E tem sido maravilhoso re-descobrir sensações esquecidas pelo medo. Ser, ver e viver!
Uma pagina em branco, timidamente sendo re-colorida pintada a mão. E não há nada melhor que sem espera ver aquele sorriso de certeza, de entrega e total leva pela presença desejada. E isso você sabe muito bem fazer!
terça-feira, junho 08, 2010
O começo do outro lado!
Pensei muito antes de colocar o meu avesso no ar, mas gosto de escrever(embora nem sempre saiba fazer isso tão bem), de expor pensamentos em pauta. Escrevo para mim, escrevo...solto os pensamentos, os desvaneios de uma mulher que não se cala diante daquilo que pensa, buscando sempre uma forma (nem sempre a mais facil, porém a mais satisfatória) realista de viver seus dias, que: em tempo, tem sido muito bem aproveitado.
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos". (Fernando Pessoa)
...e ele está completamente correto, não se deve levar os restos mortais e um passado distante ou não. Querer que fique quem que ir embora, ou querer ir junto de quem quer ir sozinho. Isso sempre me foi válido, e hoje muito mais. Querer é meio caminho percorrido, sair do estado mortificado é a forma mais sensata de sentir, seja o que for. Recomeço, avesso, partida...eu estou de volta!
Hoje: Amor, sentimentos, desejos, sensação, pele, carinho, saliva, calor, força, abraços, beijos, sorrisos, sensações....isso não quer dizer: n-a-m-o-r-a-d-o. Mas viver com total desenvoltura e flexibilidade uma vida que foi permitida, e de uma completa liberdade F-E-L-I-Z-!!!
